quarta-feira, 8 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
A participação feminina na esfera pública - Dissertação argumentativa em prosa - SPM-PR
No Brasil, a inclusão das mulheres na esfera pública a partir do século XX reflete conquistas do movimento feminista e de organizações da sociedade civil. Ampliou-se a participação feminina não apenas na esfera pública, mas também no jogo político. Assim, as mulheres têm se tornado atores políticos cada vez mais importantes.
Sabe-se que conquistas como o voto universal, que conferiu às mulheres o direito cidadão de votar e ser votada, diminuíram as profundas desigualdades de gênero. No entanto, a parca representação feminina na política ainda reflete preconceitos arraigados na sociedade brasileira; a despeito do arcabouço legal que garante a igualdade entre homens e mulheres. Percebe-se que a mera existência de leis não é capaz de alterar significativamente o tecido social.
A elaboração de políticas públicas de ação afirmativa e leis específicas é um caminho viável para se garantir uma participação feminina mais efetiva na política. Ao se estabelecer em lei, por exemplo, limites máximos e mínimos para candidatos de cada sexo, 70 e 30 por cento respectivamente, assegura-se uma maior participação feminina. Para tanto, são necessárias ações coordenadas em todas as esferas de Governo.
Sabe-se que conquistas como o voto universal, que conferiu às mulheres o direito cidadão de votar e ser votada, diminuíram as profundas desigualdades de gênero. No entanto, a parca representação feminina na política ainda reflete preconceitos arraigados na sociedade brasileira; a despeito do arcabouço legal que garante a igualdade entre homens e mulheres. Percebe-se que a mera existência de leis não é capaz de alterar significativamente o tecido social.
A elaboração de políticas públicas de ação afirmativa e leis específicas é um caminho viável para se garantir uma participação feminina mais efetiva na política. Ao se estabelecer em lei, por exemplo, limites máximos e mínimos para candidatos de cada sexo, 70 e 30 por cento respectivamente, assegura-se uma maior participação feminina. Para tanto, são necessárias ações coordenadas em todas as esferas de Governo.
A ampliação da participação feminina na esfera pública e no jogo político são conquistas a que se deve somar o respeito a todos os direitos adquiridos, sem qualquer distinção. Ao se garantir às mulheres o pleno exercício da cidadania e a participação efetiva na esfera pública e na política, garante-se, por conseguinte, a diminuição da desigualdade de gênero. Assim, constrói-se um Brasil mais justo.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Poesia übber alles
O que pode ser mais poético que 28769 candidatos disputando 21 vagas para "carimbador maluco" do TCU?
Talvez a demanda de 1369,95 candidatos por vaga...
Cruzeiro detona mais um tricolor
Depois de eliminar o São Paulo da Libertadores e, por conseguinte, decretar o fim da era Muricy Ramalho no tricolor do Morumbi, ontem foi a vez do Grêmio.
Impressionante a torcida gaudéria, que não parou de cantar nem depois de levar dois gols seguidos em três minutos, ainda no primeiro tempo. No segundo o tricolor empatou, mas não levou.
Outro ponto alto foi a torcida gremista imitando macaco, quando Adilson Batista decidiu colocar Elicarlos para jogar, reiterando e corroborando o racismo evidenciado pelo argentino (de mierda) Maxi López na partida do Mineirão; que terminou em 3 x 1 pro Cruzeiro.
Fez-se justiça. O Cruzeiro na final da Libertadores é o Brasil contra a Argentina!
Até semana que vem.
Impressionante a torcida gaudéria, que não parou de cantar nem depois de levar dois gols seguidos em três minutos, ainda no primeiro tempo. No segundo o tricolor empatou, mas não levou.
Outro ponto alto foi a torcida gremista imitando macaco, quando Adilson Batista decidiu colocar Elicarlos para jogar, reiterando e corroborando o racismo evidenciado pelo argentino (de mierda) Maxi López na partida do Mineirão; que terminou em 3 x 1 pro Cruzeiro.
Fez-se justiça. O Cruzeiro na final da Libertadores é o Brasil contra a Argentina!
Até semana que vem.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Real: 15 anos
Há 15 anos, criou-se no Brasil o Real. Dia 1º de julho de 1994 foi o dia da festa junina do Centro Educacional Setor Oeste, em Brasília, em que fingia que estudava à época.
Entrei em coma alcóolico na festa junina do CESO, depois de dois litros de batida feita por mim com cachaça "Chora Rita". Coisa de menino: tinha 16 anos.
Pelo que consta, no final da festa, acabei carregado pelo pai de um colega de sala pra casa deles; e a mãe do cara ainda me deu banho.
Que acabação!
Entrei em coma alcóolico na festa junina do CESO, depois de dois litros de batida feita por mim com cachaça "Chora Rita". Coisa de menino: tinha 16 anos.
Pelo que consta, no final da festa, acabei carregado pelo pai de um colega de sala pra casa deles; e a mãe do cara ainda me deu banho.
Que acabação!
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